
Um financiamento nada mais é do que a compra parcelada de um bem ou serviço ao qual se adiciona uma taxa de juros variável (porcentagem sobre o valor sendo financiado) , conforme o valor recebido e a duração do contrato obrigatoriamente pré-estabelecido entre as partes.
Existem muitas opções de financiamento no mercado sendo que as mais comuns são para a aquisição de imóveis, veículos leves e pesados, máquinas e equipamentos médicos e odontológicos até equipamentos de informática, entre outros.
Os financiamentos facilitam muito a vida de quem não dispõe de recursos próprios para a aquisição do bem ou serviço, mas estes devem ser planejados e utilizados com critério, para evitar problemas futuros com atrasos e/ou inadimplência dos pagamentos.
Por exemplo, a aquisição de um imóvel é uma operação que geralmente se estende por um longo prazo então é importante fazer um bom planejamento financeiro de modo a evitar gastar-se mais do que 30% da renda familiar para que não haja comprometimento das outras despesas fixas do orçamento.
Por isso, ao fazer um financiamento, seja de qual modalidade for, é importante se atentar para o valor das taxas de juros praticadas pelas empresas, que podem variar.
SFH (Sistema Financeiro da Habitação): o adquirente tem a propriedade do imóvel, mas este fica hipotecado ao banco até a quitação final do contrato, como uma forma de garantia física para o banco.
SFI (Sistema Financeiro Imobiliário): uma das modalidades mais recentes de financiamento imobiliário: neste caso, o imóvel é propriedade do banco e o adquirente tem apenas a posse e o uso do mesmo, até a plena quitação do débito.
Pré-Fixada e Pós-Fixada
Mais comum utilizar as pré-fixadas, já que nosso mercado financeiro ainda passa por assuste internos e sofrem influência externas.
As tabelas mais utilizadas pelo sistema financeiro habitacional são:
PRICE: amortização principal + juros ao longo do Tempo, geralmente e perceptível para o cliente nas parcelas finais.
S.A.C ( Sistema de Amortização Constante): Tem sido uma tendência de quem tem um bom emprego e controle financeiro estável, pois ele permite ir amortizando o principal + juros, e já começa a ser percebido geralmente após para um pouco mais da metade do empréstimo.
CDC (Crédito Direto ao Consumidor) - varia em função do valor do veículo e da capacidade de pagamento do cliente; o pagamento é em prestações mensais e exige a alienação fiduciária, onde o veículo sendo adquirido entra como garantia. Suas vantagens são: de fácil obtenção, é flexível em prazos, as taxas de juros geralmente são menores que as do crédito pessoal e quanto mais novo o veículo a tendência do juros ser menor devido a depreciação do bem.
Leasing (ou Arrendamento Mercantil) – o cliente escolhe o carro, contrata o leasing e utiliza o veículo; o banco paga o veículo à vista para a revenda e o arrenda para o cliente e no final do leasing, se o cliente tiver pagado todas as contraprestações e todo o residual, o veículo é dele. As vantagens do leasing são muitas: a cliente não paga IOF, existe a possibilidade de se financiar 100% do valor do veículo, prazos longos de financiamento , flexibilidade para pagamento do valor residual com opção de compra, geralmente são indicados para empresas com apuração de Lucro Real, pois é permitido abater até 40% despesas operacionais, influenciando na declaração de DIPJ.
Sobre consulta, pois varia modelo , tipo e quantas cilindradas.
Um financiamento nada mais é do que a compra parcelada de um bem ou serviço ao qual se adiciona uma taxa de juros variável (porcentagem sobre o valor sendo financiado) , conforme o valor recebido e a duração do contrato obrigatoriamente pré-estabelecido entre as partes.
Carteira hipotecária: varia de banco para banco, Hoje atualmente temos como lideres de mercado nesta modalidade ( BM Sua Casa, BMG, Bradesco e Banco do Brasil , e a taxa de juros varia de instituição e limite de percentual também a se levantado sobre imóvel, porém não pode comprometer a capacidade de pagamento do cliente pode compor salário familiar, (Esposa, Irmão, etc.), 30% renda .
SFH (Sistema Financeiro da Habitação): o adquirente tem a propriedade do imóvel, mas este fica hipotecado ao banco até a quitação final do contrato, como uma forma de garantia física para o banco.
SFI (Sistema Financeiro Imobiliário): uma das modalidades mais recentes de financiamento imobiliário: neste caso, o imóvel é propriedade do banco e o adquirente tem apenas a posse e o uso do mesmo, até a plena quitação do débito.
O financiamento de veículos é a forma mais popular o bem deve estar em seu nome, não possuir restrições como Pendência junto ao DETRAN (IPVA, DPVT, Multas) e pode ser adquirido dependendo do ano do veículo até 70% do seu valor de Mercado ( Baseado Média da Tabela FIPE e MOLICAR com uma variação de atém 10% do bem (estado de conservação) e alguns bancos também costumam a ter seu próprio preço do veiculo (bem) no sistema para agilizar a contratação da operação., o consumidor realiza um empréstimo em um banco vinculado a PREVCRED para refinanciar seu próprio veículo . O veículo fica de posse do comprador, mas não pode ser negociado (está alienado ao banco) até que sejam pagas todas as prestações.
| C. J. Lopes Assessoria Correspondente Bancário Conforme Resolução BACEN 3954/3959 |
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